Quem me dera ao menos uma vez,
Ter de volta todo o ouro que entreguei
A quem conseguiu me convencer
Que era prova de amizade
Se alguam levasse embora ata o que eu na?o tinha.
Quem me dera ao menos uma vez,
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano-de-cha?o
De linho nobre e pura seda.
Quem me dera ao menos uma vez,
Explicar o que ninguam consegue entender:
Que o que aconteceu ainda esta? por vir
E o futuro na?o a mais como era antigamente.
Quem me dera ao menos uma vez,
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que na?o tem o bastante
E fala demais, por na?o ter nada a dizer.
Quem me dera ao menos uma vez,
Que o mais simples fosse visto como o mais importante,
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente.
Quem me dera ao menos uma vez,
Entender como um sa? Deus ao mesmo tempo a tras
E esse mesmo Deus foi morto por vocas --
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